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Ranking: os maiores produtores de café do Brasil

Ranking: os maiores produtores de café do Brasil

Em um país tão diverso como o Brasil, a resposta para a pergunta: quais são os maiores estados produtores de café? Para muita gente não é tão simples. Mas nós vamos te explicar os principais pontos dessa história.

Alguns estados brasileiros destacam-se pela qualidade dos grãos, e um conjunto de fatores são determinantes para que isso ocorra, como clima, vegetação, localização territorial das fazendas, processos industriais, entre outros.

Minas Gerais é o maior produtor de café do país. A safra de 2021 chegou a 21,45 milhões de sacas colhidas, o que equivale a 46% da safra nacional, de acordo com os dados da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado (Seapa).

O café chegou a Minas Gerais pela região da Zona da Mata, por volta de 1707, trazido pelos europeus. Por causa do produto, a região foi a mais rica do estado por mais de 200 anos.

Depois dos mineiros, o estado do Espírito Santo é o segundo maior produtor de café do país e o principal do tipo Conilon.

Já o estado de São Paulo é o terceiro maior produtor e um dos mais tradicionais no cultivo de café, quase que exclusivamente do tipo Arábica.

Em seguida, aparece o estado da Bahia. As temperaturas elevadas interferem diretamente nos grãos, favorecendo uma qualidade única.

O Paraná tem clima ameno a frio, e trabalha com plantações adensadas.

Na região Norte, o maior produtor é o estado de Rondônia, que possui exclusivamente café tipo Conilon.

Os maiores produtores de café do mundo

O café é a terceira bebida mais consumida em todo o mundo, ficando atrás apenas da água e do chá. A demanda é alta em todos os lugares. Confira a lista dos 10 países que mais produzem café:

10º Guatemala
País da América Central, ao sul do México. Possui regiões em altitudes entre 500 e 5 mil metros acima do nível do mar.

9º Uganda
É o principal país exportador de café da região central africana.

8º México
O país produz grãos do tipo Arábica de alta qualidade e o maior consumidor do produto mexicano são os Estados Unidos.

7º Honduras
A maior parte da produção é utilizada em misturas e compostos de café.

6º Índia
Os grãos são produzidos em pequenas fazendas, em épocas de chuvas intensas (monções), e cultivados ao lado de especiarias, o que proporciona ao café sabor e aroma diferenciados.

5º Etiópia
Estimativas apontam que mais de 15 milhões de pessoas trabalham na produção de café, que responde por mais da metade da renda externa do país.

4º Indonésia
Os produtores de café priorizam a quantidade em vez da qualidade, mas com grande potencial para vendas em diversos países.

3º Colômbia
O café colombiano é um dos mais famosos do mundo, com divulgação nacional organizada e controle de qualidade rigoroso.

2º Vietnã
O café vietnamita é o segundo produto mais importante do país, perdendo apenas para a produção de arroz.

1º Brasil
Maior produtor de café do mundo. Garante uma bebida com sabores e aromas únicos.

Nugap: A melhor empresa de certificação de café

O Nugap atua no mercado há quase 25 anos e possui expertise em atender demandas da indústria alimentícia em todo o país. A empresa trabalha em perfeita conformidade com a legislação vigente, sempre atenta às atualizações das normas.

Certificação de café em Minas Gerais

Certificação de café em Minas Gerais

O estado de Minas Gerais é o maior produtor de café do país. A safra de 2021 chegou a 21,45 milhões de sacas colhidas, o que equivale a 46% da safra nacional, de acordo com os dados da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado (Seapa).

O título de maior estado produtor foi mantido mesmo em um ano em que as lavouras foram atingidas por fortes geadas. O café mineiro tem origem em 451 cidades do estado. O cultivo da bebida mais amada do país ocupa uma área de 1,3 milhão de hectares.

Qual o melhor café de Minas?

Em um universo com milhares de produtores em todo o estado, o café que se destaca é aquele que possui certificação de qualidade e produção.

É fundamental garantir que o produto é de qualidade e que cumpre todas as exigências legais para estar no mercado. Isso traz credibilidade para a marca e fidelidade por parte do consumidor.

A certificação leva em conta o cumprimento de normas, por exemplo, em relação à lavoura; responsabilidade ambiental e social; rastreabilidade; e poder de gestão da propriedade.

Atualmente, Minas Gerais tem três regiões com certificado de origem para o café: Matas de Minas, Mantiqueira e Cerrado. Outras duas regiões trabalham para receber a mesma certificação: Chapada de Minas e a Região dos Cafés Vulcânicos.

Por outro lado, cada produtor deve certificar o seu próprio produto e classificá-lo dentre as mais diversas características existentes, que variam desde o tipo – considerando a qualidade do grão -, à classificação da bebida gerada a partir daquela safra específica.

É preciso confiar o seu produto em um laboratório devidamente autorizado pelo Inmetro e/ou redes metrológicas estaduais. O Nugap é o centro de pesquisas e análises que mais se destaca, sendo uma empresa especializada em proteger a sua plantação.

O melhor café: Boas práticas de plantio sustentável

Desde supermercados a países importadores, cada vez mais os clientes do café mineiro buscam por práticas de manejo sustentáveis e éticas. As boas práticas devidamente certificadas, garantem ao produtor maior espaço no mercado nacional e internacional, e a garantia de melhores resultados financeiros. A produção adequada às novas tendências se torna ainda mais efetiva.

Além disso, a certificação garante que o produto originário em Minas Gerais é único, com características específicas.

A certificação garante a qualidade do produto e também uma melhor remuneração para os produtores de café, com a inclusão de novos mecanismos de precificação e proteção ambiental.

Qual é o café mais produzido em Minas?

O café do tipo arábica corresponde a 99% dos grãos produzidos em Minas Gerais. Boa parte desse café é tipo exportação, chegando a mais de 80 países, como Alemanha, Estados Unidos, Japão, China e Itália. Esses são os maiores compradores.

A qualidade é o que mais atrai a atenção para o café mineiro. E não são só os sistemas de produção os responsáveis por esse resultado fascinante. Os aromas e os sabores também são diretamente influenciados pelo clima, altitude e tipo de solo do estado. Essa combinação é o que torna o café de Minas único, conquistando mercado em todo o mundo.

Como certificar o café?

O Nugap possui uma equipe especializada para realizar a avaliação e qualificação dos mais diversos tipos de café. A empresa realiza testes microscópicos e microbiológicos, que incluem a avaliação de histologia, coliformes, entre muitos outros itens essenciais.

Também são identificadas a quantidade de impurezas e sujidades leves; o ponto de torra; a granulometria; entre diversos outros pontos. Toda essa análise especializada permite a elaboração de estratégias e soluções para aprimoramento dos sistemas de produção, com resultados positivos em aumento da safra e qualidade.

Qual a melhor empresa de certificação?

O Nugap atua no mercado há quase 25 anos e possui expertise em atender demandas da indústria alimentícia em todo o país. A empresa trabalha em perfeita conformidade com a legislação vigente, sempre atenta às atualizações das normas.

Conheça as principais classificações do café

Conheça as principais classificações do café

Que café é uma delícia, todo mundo já sabe! Mas, o que nem todo mundo sabe é que existem diversos tipos e classificações para o café, que impactam no seu sabor e aroma, na qualidade e, claro, no preço.

Por causa desse impacto, é fundamental que todos os envolvidos no processo produtivo e comercial do café tenham domínio de suas características e classificações, de forma a entregar o melhor café no mercado. 

No Brasil e no mundo, as principais classificações para o café são:

  • por tipo (ou por defeitos)
  • por classificação da bebida
  • por peneira
  • por cor
  • por torração
  • por descrição

Vamos entender um pouco melhor cada uma delas

Classificação por tipo (ou defeito)

De forma objetiva, classificar um café por tipo significa avaliar a quantidade de grãos imperfeitos e a quantidade de impurezas contidas em uma amostra do produto.

Pelas regras apresentadas pela Tabela Oficial de Classificação, deve-se recolher amostras com 300 gramas de café da produção apresentada, acondicioná-las em latas e, a partir desse momento, literalmente contar a quantidade de defeitos e impurezas encontradas.

Há vários exemplos de defeitos. O primeiro tipo são os chamados defeitos intrínsecos, relacionados diretamente com o grão. Neste caso, temos como exemplos os grãos pretos, verdes, chochos, brocados, quebrados, etc. A análise do tipo de defeito é fundamental, pois há uma ou mais estratégias de combate ao problema para cada defeito. Se você não reconhece o problema do seu produto, fica mais difícil entender como tratá-lo e resolvê-lo.

Outro tipo de defeito é chamado de extrínseco. Nesse caso, a avaliação é sobre a presença de impurezas, como pedras, cascas, paus, pergaminhos, entre outros.

Cada tipo de defeito possui uma correlação na tabela, e a partir daí realiza-se a soma dos defeitos para avaliar o índice que aquela amostra cumpre. Quanto menos defeitos e impurezas, mais pontos seu produto faz, gerando uma melhor classificação do café. A partir daí você consegue vender o café por valores mais altos, atender a mercados mais exigentes e consumidores que buscam o melhor produto.

Classificação pela bebida

Outra classificação muito importante e conhecida é a da própria bebida, ou seja, a que avalia elementos como sabor, aroma, etc. Quando estamos falando dos cafés arábica, a bebida pode ser classificada em até 7 níveis, que geram muito impacto no paladar:

  • Grupo das bebidas finas, avaliados como de boa qualidade
    mole: sabor mais suave e doce
    estritamente mole: versão mais acentuada da bebida mole
    apenas mole: sabor pouco suave e doce, mas ainda não adstringente ou áspero
    duro: sabor acre, áspero e adstringente, mas ainda agradável
  • Grupo das bebidas fenicadas, tornando o café de baixa qualidade e com sabor ruim
    riado: café com leve sabor de iodofórmio
    rio: café com sabor mais forte de iodofórmio
    riozona: sabor forte de iodofórmio ou ácido fênico

Aproveite para ler mais sobre o tema no post da Nugap sobre o tema, onde discutimos a análise sensorial do café.

Outros tipos de classificação

Existem alguns outros métodos interessantes de classificação dos grãos e da qualidade do café, que podem agregar boas avaliações para seu produto. Todos eles possuem regras e procedimentos que devem ser seguidos, de forma a documentar os resultados corretos.

Por cor

A avaliação por cor consiste em julgar a aparência e conservação do grão. A cor permite entender se o café é mais novo ou mais velho, o que impacta na qualidade do produto, já que a sua coloração muda de acordo com o impacto do tempo, da luz e da qualidade de armazenagem.

As cores vão do verde e esverdeado (cafés mais novos), até cores mais amareladas ou amarelas (cafés velhos).

Por torração

A torra impacta diretamente e profundamente o café, e por isso a classificação por torração é muito importante no mercado. Há três tipos de torra: a clara, tida como ideal para identificar qualquer tipo de defeito nos grãos; a torra média, que permite obter o máximo de corpo e de doçura do grão; e a torra escura, que tende a gerar maior amargor.

Além dos tipos, deve-se qualificar a própria execução da torração: torra fina, significando que todos os grãos foram torrados igualmente, com uniformidade; torra boa, com média uniformidade da cor e alguns defeitos; regular, situação na qual a falta de uniformidade é nítida mesmo sem a necessidade de avaliação mais qualificada; torra má, que ocorre quando a quantidade de defeitos é muito grande, com a presença de grãos pretos, verdes, etc.

Por peneira (granulometria)

Para realizar essa classificação, o avaliador deve utilizar diversas peneiras distintas, com dimensões e formatos múltiplos, empilhá-las e realizar o peneiramento dos grãos. Cada peneira separa determinados tipos e qualidades de grãos, e ao fim você terá uma avaliação da porcentagem, em uma amostra, de cada tipo de café e, portanto, de sua qualidade.

Conte com a Nugap para classificar seu café

A Nugap possui uma equipe especializada para realizar a avaliação e qualificação de seu café. Além dos diversos testes microscópicos e microbiológicos que realizamos, para avaliação de histologia, coliformes, etc, avaliamos a quantidade de impurezas e sujidades leves, o ponto de torra, a granulometria, entre diversos outros pontos!

Não perca tempo e avalie seu café, melhorando a qualidade de sua produção!

Saiba mais sobre análise sensorial do café!

Saiba mais sobre análise sensorial do café!

Toda pessoa que ama café reconhece variações na bebida que consome. Às vezes o café é mais fraco ou mais forte, ou mais ou menos doce, possui maior ou menor acidez, e assim por diante. Essas e outras características nos permitem escolher o café que mais gostamos, e evitar comprar ou consumir um café menos desejado. Isso significa que, mesmo sem saber, todo consumidor realiza uma análise sensorial do café. Por isso, esta questão é fundamental para o produtor: se você controla e reconhece as características de seu café, você consegue direcionar seu produto para o mercado ideal e classificar corretamente seu produto.

Mas, como realizar uma análise de forma controlada e assertiva? Hora de descobrirmos!

Como funciona uma análise sensorial do café

Análise sensorial diz respeito a um processo que avalia as diversas sensações que o café produz ao ser consumido. Vários itens são avaliados, cada qual com uma importância, como:

  • Aroma e fragrância: ou seja, a percepção olfativo em relação aos cheiros que o café desenvolve e emite
  • Doçura e amargor: neste caso, avalia-se a presença de açúcares (como sacarose, glicose e frutose), o impacto da cafeína e de outros alcalóides (que geram amargor), e mesmo como foi realizada a torra do café
  • Acidez: sensação observada na parte lateral da língua, que pode ser mais ou menos satisfatória
  • Presença ou ausência de defeitos: que, basicamente, são características visíveis a olho nu nos grãos de café, sejam elas intrínsecas ou extrínsecas. A depender da quantidade de defeitos, as classificações do café vão sendo alteradas
  • Corpo: que significa os sólidos dissolvidos durante a fermentação, que geram mudanças no paladar e nas sensações de viscosidade na boca
  • Finalização: ou o chamado after taste, que é o sabor que se mantém na boca após a ingestão do café
  • terroir: que significa um conjunto complexo de elementos relacionados com a região na qual o café foi produzido, como clima, solo, umidade, etc, e que impactam diretamente no sabor do produto
  • entre outros elementos

O processo para tais avaliações é especializado, e exige muitas técnicas e conhecimento do sistema. O avaliador deve atribuir pontos, seguindo um protocolo e um formulário completo, para cada item específico. Como todos os elementos alteram o café, gerando mudanças por vezes impactantes e claras, mas por outras vezes mudanças mais sutis, que apenas paladares mais aguçados conseguem distinguir, a experiência e treinamento do avaliador é fundamental.

Esta avaliação é chamada de cupping, e é necessária em todo fluxo de produção e comercialização do café. Através do julgamento são dadas as pontuações que, no fim, indicarão o tipo e qualidade do café, impactando diretamente no valor de mercado.

Roda de aromas e sabores

Para criar um padrão de avaliação e nomenclatura para os processos de cupping e avaliação do café foram criados alguns documentos e indicações em todo o mundo. Um dos mais reconhecidos padrões é a chamada Roda de Aromas e Sabores, desenvolvida inicialmente em 1995 e atualizada desde então, criação coletiva entre a Associação Americana de Cafés Especiais (SCAA, na sigla em inglês) e a Universidade da Califórnia.

A Roda apresenta dois grandes grupos:

  • Sabores, que se dividem em doce, salgado, amargo e azedo, com gradações diversas
  • Aromas, que são separados por origem enzimática, caramelização e destilação

Outro padrão importante para o cafeicultor nacional é a Classificação Oficial Brasileira, que busca uma avaliação baseada na quantidade de grãos defeituosos em uma amostra. São valores decrescentes, de 8 a 2, medidos em uma amostra de 300 gramas do produto, seguindo um protocolo cuidadoso que garante a representatividade e a não-contaminação do produto avaliado.

A Nugap, por exemplo, possui equipe especializada para análises sensoriais, com protocolo reconhecido, e avalia em notas de 0 a 10 diversos dos itens citados, como: aroma, acidez, amargor, adstringência, sabor residual e corpo.

Outras avaliações do café

Além da avaliação sensorial, há outras avaliações muito interessantes para se realizar, e que geram ainda mais controle para o cafeicultor.

A análise de Microscopia permite identificar a espécie do grão, entender o nível de Impurezas encontradas na amostra e as chamadas Sujidades leves, que são fragmentos sem risco de insetos (como ácaros).

Também existe a avaliação Físico-química, que julga a quantidade de cloretos, extratos, sulfatos, avalia a umidade, a cafeína e a granulometria, etc. Tais índices impactam diretamente nos elementos sensoriais do café e, controlados, permitem uma produção de maior qualidade.

Finalmente, também podem (e devem) ser feitas análises Microbiológicas, estudando bolores e leveduras eventualmente encontrados, coliformes totais, bactérias totais, salmonella, etc. Isso garante que seu café é apto a ser consumido, sem riscos para a população.

Todas estas análises diferenciadas também são realizadas pela Nugap, em nossos laboratórios especializados e com uma equipe qualificada.

Entre em contato conosco!

Não deixe de conversar com a Nugap e realizar avaliações recorrentes de sua cafeicultura. Com isso você recebe todas as instruções técnicas para desenvolver sua produção e gerar um café de maior qualidade, com melhor valor de mercado e alto padrão de qualidade!

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