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Conheça as principais classificações do café

Conheça as principais classificações do café

Que café é uma delícia, todo mundo já sabe! Mas, o que nem todo mundo sabe é que existem diversos tipos e classificações para o café, que impactam no seu sabor e aroma, na qualidade e, claro, no preço.

Por causa desse impacto, é fundamental que todos os envolvidos no processo produtivo e comercial do café tenham domínio de suas características e classificações, de forma a entregar o melhor café no mercado. 

No Brasil e no mundo, as principais classificações para o café são:

  • por tipo (ou por defeitos)
  • por classificação da bebida
  • por peneira
  • por cor
  • por torração
  • por descrição

Vamos entender um pouco melhor cada uma delas

Classificação por tipo (ou defeito)

De forma objetiva, classificar um café por tipo significa avaliar a quantidade de grãos imperfeitos e a quantidade de impurezas contidas em uma amostra do produto.

Pelas regras apresentadas pela Tabela Oficial de Classificação, deve-se recolher amostras com 300 gramas de café da produção apresentada, acondicioná-las em latas e, a partir desse momento, literalmente contar a quantidade de defeitos e impurezas encontradas.

Há vários exemplos de defeitos. O primeiro tipo são os chamados defeitos intrínsecos, relacionados diretamente com o grão. Neste caso, temos como exemplos os grãos pretos, verdes, chochos, brocados, quebrados, etc. A análise do tipo de defeito é fundamental, pois há uma ou mais estratégias de combate ao problema para cada defeito. Se você não reconhece o problema do seu produto, fica mais difícil entender como tratá-lo e resolvê-lo.

Outro tipo de defeito é chamado de extrínseco. Nesse caso, a avaliação é sobre a presença de impurezas, como pedras, cascas, paus, pergaminhos, entre outros.

Cada tipo de defeito possui uma correlação na tabela, e a partir daí realiza-se a soma dos defeitos para avaliar o índice que aquela amostra cumpre. Quanto menos defeitos e impurezas, mais pontos seu produto faz, gerando uma melhor classificação do café. A partir daí você consegue vender o café por valores mais altos, atender a mercados mais exigentes e consumidores que buscam o melhor produto.

Classificação pela bebida

Outra classificação muito importante e conhecida é a da própria bebida, ou seja, a que avalia elementos como sabor, aroma, etc. Quando estamos falando dos cafés arábica, a bebida pode ser classificada em até 7 níveis, que geram muito impacto no paladar:

  • Grupo das bebidas finas, avaliados como de boa qualidade
    mole: sabor mais suave e doce
    estritamente mole: versão mais acentuada da bebida mole
    apenas mole: sabor pouco suave e doce, mas ainda não adstringente ou áspero
    duro: sabor acre, áspero e adstringente, mas ainda agradável
  • Grupo das bebidas fenicadas, tornando o café de baixa qualidade e com sabor ruim
    riado: café com leve sabor de iodofórmio
    rio: café com sabor mais forte de iodofórmio
    riozona: sabor forte de iodofórmio ou ácido fênico

Aproveite para ler mais sobre o tema no post da Nugap sobre o tema, onde discutimos a análise sensorial do café.

Outros tipos de classificação

Existem alguns outros métodos interessantes de classificação dos grãos e da qualidade do café, que podem agregar boas avaliações para seu produto. Todos eles possuem regras e procedimentos que devem ser seguidos, de forma a documentar os resultados corretos.

Por cor

A avaliação por cor consiste em julgar a aparência e conservação do grão. A cor permite entender se o café é mais novo ou mais velho, o que impacta na qualidade do produto, já que a sua coloração muda de acordo com o impacto do tempo, da luz e da qualidade de armazenagem.

As cores vão do verde e esverdeado (cafés mais novos), até cores mais amareladas ou amarelas (cafés velhos).

Por torração

A torra impacta diretamente e profundamente o café, e por isso a classificação por torração é muito importante no mercado. Há três tipos de torra: a clara, tida como ideal para identificar qualquer tipo de defeito nos grãos; a torra média, que permite obter o máximo de corpo e de doçura do grão; e a torra escura, que tende a gerar maior amargor.

Além dos tipos, deve-se qualificar a própria execução da torração: torra fina, significando que todos os grãos foram torrados igualmente, com uniformidade; torra boa, com média uniformidade da cor e alguns defeitos; regular, situação na qual a falta de uniformidade é nítida mesmo sem a necessidade de avaliação mais qualificada; torra má, que ocorre quando a quantidade de defeitos é muito grande, com a presença de grãos pretos, verdes, etc.

Por peneira (granulometria)

Para realizar essa classificação, o avaliador deve utilizar diversas peneiras distintas, com dimensões e formatos múltiplos, empilhá-las e realizar o peneiramento dos grãos. Cada peneira separa determinados tipos e qualidades de grãos, e ao fim você terá uma avaliação da porcentagem, em uma amostra, de cada tipo de café e, portanto, de sua qualidade.

Conte com a Nugap para classificar seu café

A Nugap possui uma equipe especializada para realizar a avaliação e qualificação de seu café. Além dos diversos testes microscópicos e microbiológicos que realizamos, para avaliação de histologia, coliformes, etc, avaliamos a quantidade de impurezas e sujidades leves, o ponto de torra, a granulometria, entre diversos outros pontos!

Não perca tempo e avalie seu café, melhorando a qualidade de sua produção!

Confira 4 das principais doenças do café do Brasil

Confira 4 das principais doenças do café do Brasil

A história do Brasil e de sua economia está intimamente vinculada à história do café. Desde os 1700, e especialmente a partir do século seguinte, a cafeicultura é um dos principais pilares do agronegócio nacional e gera muitos ganhos para o país e para a sociedade. Mas, não é simples plantar café, na verdade, é uma atividade que demanda muito cuidado e atenção, especialmente com as várias doenças que podem acometer a cultura e atrapalhar sua produção

Como o café fica doente?

Uma cultura de café saudável depende de vários fatores, que devem ser controlados durante todo o seu ciclo produtivo. Afinal, as principais doenças que podem ocorrer em uma plantação chegam a reduzir de forma muito significativa a produção, impactam na qualidade do grão que será colhido e, portanto, geram consequências graves no lucro ou prejuízo do cafeicultor.

Segundo os especialistas, há um “triângulo da doença” do café, que basicamente são os três elementos que permitem a proliferação de uma doença:

  • a existência de hospedeiros para o agente da doença
  • o alcance do próprio agente responsável, seja ele um fungo, vírus, etc
  • um ambiente que favoreça sua proliferação

Para cada item há uma série de testes e diagnósticos que podem ser realizados, e vários planos de ação para impedir que eles favoreçam a contaminação. Por isso, é fundamental um processo constante de controle, de forma preventiva. Caso contrário, as chances de sua produção ser duramente atingida por uma doença só aumentam!

Mas, quais são os principais riscos que sua lavoura pode enfrentar? Vamos conferir!

Ferrugem do cafeeiro

A Hemileia vastatrix, ou ferrugem do cafeeiro, é uma doença causada por um fungo muito agressivo e adaptável. Tanto que o fungo está presente em praticamente todas as regiões produtoras do país, e ataca perto de ⅓ da produção nacional todos os anos.

Por causa disso, é tida como a principal e mais importante doença do setor.

Suas características principais são a produção de uma massa de esporos amarelados e alaranjados. A doença se inicia nas folhas da saia de cada plantação, e depois começa sua ascensão, até chegar ao topo da planta. O fungo acaba por desfolhar o cafezal.

Sua expansão é sempre rápida e de difícil controle, já que os esporos se espalham através de vento ou da própria água de chuvas. Para piorar, o fungo tende a atacar a produção atual e a do ano seguinte, ao impactar até mesmo os futuros ramos do café.

Cercosporiose

Conhecida tecnicamente pelo nome de Cercospora coffeicola, ou pelos nomes populares de “mancha parda” e “olho de pombo”, a Cercosporiose também é uma doença causada por fungos, e ataca tanto as folhas quanto os frutos do cafezal.

As folhas da plantação adquirem diversas manchas de cor mais amarronzada e um interior branco, e um círculo amarelado na parte exterior. Os frutos desenvolvem lesões, que tendem a causar amadurecimento acelerado e precoce dos grãos, causando grandes problemas de qualidade.

Os impactos da doença são grandes, seja na quantidade de produto aproveitável, mas também na qualidade do produto final, atrapalhando a classificação do café, seu valor e várias características sensoriais.

Mancha areolada

Doença com uma “cara” muito parecida com a Cercosporiose, a Mancha areolada, ou Pseudomonas syringae pv. garcae, é causada por uma fitobactéria.

Mesmo profissionais experientes chegam a confundir as duas doenças, quando analisadas apenas a olho nu, pois seus sintomas parecem muito. Mas, por serem agentes muito diferentes, é fundamental uma análise qualificada e profunda, já que as consequências, prevenções e tratamentos são diferentes.

Uma planta contaminada fica bastante lesionada, impossibilitando seu aproveitamento, e a doença chega até mesmo a queimar e matar plantas mais jovens. Sua contaminação se dá através da própria lesão ou de aberturas naturais na planta.

Por não haver produtos químicos que possam atacar a bactéria e gerar controle, é fundamental uma prevenção muito ativa e identificação e controle ágeis em caso de contaminação.

Nematoides das galhas

Um outro tipo de doença que pode atacar um cafezal é aquela relacionada com nematoides, ou vermes parasitários. Usualmente identificamos que vermes atacam animais e insetos, mas a verdade é que há muitos nematoides que atacam plantas e, nesse caso, há diversas espécies infectando plantações de café por todo o Brasil e mundo.

Dentre essas espécies, podemos destacar a Meolidogyne exigua, a incognita e a paranaensis, todas elas bastante espalhadas pelo território nacional.

A exigua, por exemplo, tende a ser menos agressiva que as outras, mas por ser muito espalhada pelo país, e por se espalhar com facilidade e velocidade, acaba gerando graves custos aos produtores.

De forma geral, seu impacto na plantação se dá dificultando a absorção dos nutrientes do solo pelo pé de café. Com isso, a planta fica extremamente frágil, quase sempre não cresce da forma esperada, e reduz a produção de forma significativa.

Conte com a Nugap para proteger sua plantação!

Além dessas doenças há várias outras pragas que podem causar problemas em seu cafezal. E em muitas delas, o melhor a se fazer é muita prevenção e controle, com análises frequentes da qualidade de seu produto. Tudo para evitar a contaminação e, em caso da doença surgir, permitir uma ação rápida.

Conte com a tecnologia e a expertise da equipe da Nugap para analisar seu café. Fazemos desde análises microscópicas, até sensoriais, passando por avaliações e testes físicos e químicos. É um portfólio completo de serviços para você proteger sua produção e garantir o melhor café na mesa de todo mundo!

Saiba mais sobre análise sensorial do café!

Saiba mais sobre análise sensorial do café!

Toda pessoa que ama café reconhece variações na bebida que consome. Às vezes o café é mais fraco ou mais forte, ou mais ou menos doce, possui maior ou menor acidez, e assim por diante. Essas e outras características nos permitem escolher o café que mais gostamos, e evitar comprar ou consumir um café menos desejado. Isso significa que, mesmo sem saber, todo consumidor realiza uma análise sensorial do café. Por isso, esta questão é fundamental para o produtor: se você controla e reconhece as características de seu café, você consegue direcionar seu produto para o mercado ideal e classificar corretamente seu produto.

Mas, como realizar uma análise de forma controlada e assertiva? Hora de descobrirmos!

Como funciona uma análise sensorial do café

Análise sensorial diz respeito a um processo que avalia as diversas sensações que o café produz ao ser consumido. Vários itens são avaliados, cada qual com uma importância, como:

  • Aroma e fragrância: ou seja, a percepção olfativo em relação aos cheiros que o café desenvolve e emite
  • Doçura e amargor: neste caso, avalia-se a presença de açúcares (como sacarose, glicose e frutose), o impacto da cafeína e de outros alcalóides (que geram amargor), e mesmo como foi realizada a torra do café
  • Acidez: sensação observada na parte lateral da língua, que pode ser mais ou menos satisfatória
  • Presença ou ausência de defeitos: que, basicamente, são características visíveis a olho nu nos grãos de café, sejam elas intrínsecas ou extrínsecas. A depender da quantidade de defeitos, as classificações do café vão sendo alteradas
  • Corpo: que significa os sólidos dissolvidos durante a fermentação, que geram mudanças no paladar e nas sensações de viscosidade na boca
  • Finalização: ou o chamado after taste, que é o sabor que se mantém na boca após a ingestão do café
  • terroir: que significa um conjunto complexo de elementos relacionados com a região na qual o café foi produzido, como clima, solo, umidade, etc, e que impactam diretamente no sabor do produto
  • entre outros elementos

O processo para tais avaliações é especializado, e exige muitas técnicas e conhecimento do sistema. O avaliador deve atribuir pontos, seguindo um protocolo e um formulário completo, para cada item específico. Como todos os elementos alteram o café, gerando mudanças por vezes impactantes e claras, mas por outras vezes mudanças mais sutis, que apenas paladares mais aguçados conseguem distinguir, a experiência e treinamento do avaliador é fundamental.

Esta avaliação é chamada de cupping, e é necessária em todo fluxo de produção e comercialização do café. Através do julgamento são dadas as pontuações que, no fim, indicarão o tipo e qualidade do café, impactando diretamente no valor de mercado.

Roda de aromas e sabores

Para criar um padrão de avaliação e nomenclatura para os processos de cupping e avaliação do café foram criados alguns documentos e indicações em todo o mundo. Um dos mais reconhecidos padrões é a chamada Roda de Aromas e Sabores, desenvolvida inicialmente em 1995 e atualizada desde então, criação coletiva entre a Associação Americana de Cafés Especiais (SCAA, na sigla em inglês) e a Universidade da Califórnia.

A Roda apresenta dois grandes grupos:

  • Sabores, que se dividem em doce, salgado, amargo e azedo, com gradações diversas
  • Aromas, que são separados por origem enzimática, caramelização e destilação

Outro padrão importante para o cafeicultor nacional é a Classificação Oficial Brasileira, que busca uma avaliação baseada na quantidade de grãos defeituosos em uma amostra. São valores decrescentes, de 8 a 2, medidos em uma amostra de 300 gramas do produto, seguindo um protocolo cuidadoso que garante a representatividade e a não-contaminação do produto avaliado.

A Nugap, por exemplo, possui equipe especializada para análises sensoriais, com protocolo reconhecido, e avalia em notas de 0 a 10 diversos dos itens citados, como: aroma, acidez, amargor, adstringência, sabor residual e corpo.

Outras avaliações do café

Além da avaliação sensorial, há outras avaliações muito interessantes para se realizar, e que geram ainda mais controle para o cafeicultor.

A análise de Microscopia permite identificar a espécie do grão, entender o nível de Impurezas encontradas na amostra e as chamadas Sujidades leves, que são fragmentos sem risco de insetos (como ácaros).

Também existe a avaliação Físico-química, que julga a quantidade de cloretos, extratos, sulfatos, avalia a umidade, a cafeína e a granulometria, etc. Tais índices impactam diretamente nos elementos sensoriais do café e, controlados, permitem uma produção de maior qualidade.

Finalmente, também podem (e devem) ser feitas análises Microbiológicas, estudando bolores e leveduras eventualmente encontrados, coliformes totais, bactérias totais, salmonella, etc. Isso garante que seu café é apto a ser consumido, sem riscos para a população.

Todas estas análises diferenciadas também são realizadas pela Nugap, em nossos laboratórios especializados e com uma equipe qualificada.

Entre em contato conosco!

Não deixe de conversar com a Nugap e realizar avaliações recorrentes de sua cafeicultura. Com isso você recebe todas as instruções técnicas para desenvolver sua produção e gerar um café de maior qualidade, com melhor valor de mercado e alto padrão de qualidade!

Conheça os principais padrões da água potável

Conheça os principais padrões da água potável

Consumir água potável é fundamental para a saúde dos seres humanos. Uma água que não cumpre os padrões de qualidade e segurança pode conter microorganismos que geram doenças, problemas e, até mesmo, a morte! Por isso é tão importante o consumo de uma água limpa.

Porém, quase sempre é impossível saber se a água está limpa apenas olhando ou provando. Muitos dos principais riscos da água são microscópicos, como no caso de vírus e bactérias, ou mesmo não podem ser percebidos sem uma avaliação química complexa, como seu pH, sua dureza ou outros itens.

Então, que tal entendermos os padrões de qualidade de uma água potável?

Potabilidade da água é um padrão da ciência

Os cientistas, seja da biologia, da física, da química e de outras tantas ciências, são as pessoas fundamentais para entendermos a potabilidade da água. É através de muitos estudos e análises que a sociedade consegue definir os valores e critérios seguros para uma água de qualidade.

São dois os tipos de análises necessários para verificar a água potável:

  • Análises microbiológicas: nesse caso, são analisados índices de contaminação microbiológica, como quantidade de vários tipos de bactérias, como bactérias heterotróficas e coliformes fecais, além de diversos outros elementos estranhos
  • Análises físico-químicas: nessa análise, são verificados índices como o pH da água (que pode variar de 1 e 14), a turbidez da água (que avalia o impacto que partículas causam na água), sua dureza (que mede a quantidade de sais minerais presentes), entre outros vários fatores

Cada item tem sua importância e seu índice, sempre balizados na experiência que a ciência possui sobre o tema, gerando o menor risco aos seres humanos.

Os índices de potabilidade são tratados pelo direito

Se são os cientistas que avaliam os padrões de qualidade, é através do direito e das leis que as pessoas e empresas podem reconhecer os valores e entender como cumprí-los.

No Brasil a principal norma nacional que regula a água e seu padrão é a Portaria de Consolidação nº 5, de 2017, do Ministério da Saúde. A portaria é um imenso documento que consolida, segundo o Ministério, as “normas sobre as ações e os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde”. 

Para as questões sobre água, é o Anexo XX que interessa mais. Ele fala sobre o controle e vigilância da “qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade”. É esse anexo que trata dos limites e padrões físicos, químicos e biológicos da água que devem ser seguidos por todas as empresas que oferecem água para consumo e devem ser buscados por consumidores para um consumo seguro.

Além disso, a portaria esclarece que os órgãos de Vigilância Sanitária municipais são os responsáveis pelo controle de qualidade e da água e pelo cumprimento da norma. 

Quais são os padrões de potabilidade?

Como já comentamos, são três tipos fundamentais de padrões que devem ser seguidos:

Padrões biológicos

Em outro texto nosso falamos sobre a contaminação microbiológica da água, ou seja, por elementos como coliformes fecais e bactérias heterotróficas. 

Os padrões de potabilidade relacionados à contaminação por bactérias são alguns dos mais importantes, pois esses organismos podem causar graves doenças, com risco até mesmo de morte.

Uma água potável deve ser livre de coliformes. O Anexo 1 do Anexo XX da Portaria deixa claro que não podem ser encontrados coliformes totais nem escherichia coli em 100 mL de água tratada na saída do tratamento, por exemplo.

Padrões físicos

Todo mundo já ouviu que a água deve ser insípida, inodora e incolor. Isso significa que seu sabor e odor devem ser neutros. E também que há um padrão para sua cor.

Outro elemento interessante é a turbidez da água. A Portaria esclarece sobre a presença de partículas sólidas em suspensão na água – por exemplo, no Anexo 2 do Anexo XX, que explica em detalhes a quantidade de partículas para águas subterrâneas e para águas após tratamento completo.

Além desses itens, há outros como temperatura, condutividade elétrica, etc, que podem (e devem) ser medidos.

Padrões químicos

Neste caso, são avaliados diversos itens muito importantes da água. Um dos mais conhecidos é o pH, que pode indicar uma água ácida, neutra ou alcalina. Usualmente o que se busca é uma água neutra.

Outro ponto sempre avaliado é a dureza da água, ou seja, a quantidade de sais minerais contida, como bicarbonatos, cloretos, sulfatos, etc. A quantidade dos sais impacta bastante a água: quanto mais dura (maior quantidade de minerais), potencialmente maior o ressecamento de pele, a corrosão de componentes elétricos, entre outras consequências.

Como saber os padrões da minha água?

A NUGAP realiza todos os tipos de análise possíveis em águas, tudo para garantir a melhor qualidade de água possível a todas as pessoas. Medimos diversos itens, seja biológicos, físicos ou químicos, comparando com os valores exigidos na Portaria de Consolidação. Consulte nossos especialistas para conhecer todos os nossos serviços e soluções.

 

O que é água potável?

O que é água potável?

Beber água é um dos atos mais naturais e simples da humanidade. Todos os dias bebemos água e não percebemos o quanto ela é fundamental para a vida e para nossa saúde. Mas, se a água está suja ou nos deixa doentes, automaticamente percebemos sua importância.

Por isso é tão importante entender como conseguir água limpa e em condições de consumo humano, ou seja, uma água potável.  

O que significa água potável?

Já comentamos um pouco, em outro texto, sobre água potável e sua importância para a saúde. Basicamente, água potável é aquela que não oferece riscos à saúde quando consumida, de acordo com o Ministério da Saúde do Governo do Brasil.

Uma água pronta para consumo seguro significa que ela está livre de contaminações de elementos microbiológicos, como coliformes fecais, outros tipos de bactérias e elementos estranhos, etc. Além disso, significa que ela cumpre uma série de padrões físicos e químicos de qualidade, como seu pH, a turbidez, dureza, quantidade de cloro, entre vários outros itens.

Apenas uma água de qualidade, e que cumpre as exigências legais, pode ser chamada de potável e ser consumida. 

Como encontrar água potável?

Para muitas pessoas, especialmente aquelas que moram em cidades, é simples encontrar água potável. Afinal, a água própria para consumo pode ser encontrada de diversas maneiras e em várias situações. A mais comum, claro, é através do sistema público de abastecimento.

A água que consumimos em nossas casas é a chamada água tratada. Basicamente, independente de sua origem, a água passa por um complexo e certificado processo de tratamento, em ambientes controlados. A purificação garante que todos os itens necessários para uma água ser classificada como potável sejam cumpridos, e que a água produzida no fim do processo seja aprovada em qualquer teste.

Outra forma de água que pode ser encontrada é a chamada água bruta. Essa é a água que encontramos na natureza e que não passou por nenhum tipo de processo controlado de tratamento e purificação. Porém, é fundamental deixar claro que nem toda água bruta é potável! Na verdade, são poucas as situações em que uma água retirada diretamente da natureza é segura para consumo, afinal, bactérias, vírus e outros tipos de fatores contaminantes são microscópicos, não sendo vistos à olho nu.

Apenas uma pequena parcela das fontes de água bruta, como de poços artesianos e minas d’água, pode ser considerada como fonte de água potável, e para isso é necessária a certificação com testes de qualidade da substância.

Como saber se a água é própria para consumo?

No Brasil há uma legislação bastante clara sobre os níveis de qualidade exigidos para uma água ser considerada tratada. A Portaria de Consolidação nº 5 do Ministério da Saúde, em seu Anexo XX, apresenta todas as condições, procedimentos e regras sobre qualidade, controle e vigilância da água potável.

A Portaria, publicada em 2017, serve tanto para águas captadas e distribuídas por empresas quanto para águas brutas e poços artesianos. Toda empresa que oferece água potável para consumo deve seguir suas exigências. Além disso, os padrões da norma servem para pessoas físicas e jurídicas testarem águas que consomem, através de empresas competentes para análise de água.

Em outros países os padrões podem mudar, e também há regras internacionais recomendadas pela Organização Mundial da Saúde e outras agências. Porém, de forma geral, os limites de e padrões de potabilidade tendem a ser semelhantes, já que é a ciência que dita a regra: o que é arriscado para a vida e a saúde humanas, não é aceito! 

Está com receio? Conta com a NUGAP

Para ter certeza que está consumindo uma água pura e potável, que segue todos os padrões de qualidade exigidos, e que ajuda sua saúde, é simples. Entre em contato com os especialistas da NUGAP que realizamos todos os testes em sua água.

Com isso você, sua família e seus funcionários terão sempre a certeza de estarem saudáveis e bebendo água boa e segura.

 

 

A importância da análise da água de poços artesianos

A importância da análise da água de poços artesianos

Nem todo mundo sabe, mas poços artesianos são bastante comuns em todo o Brasil e no mundo, e não apenas em áreas isoladas ou em cidades pequenas. Em grandes centros urbanos encontramos condomínios residenciais, empreendimentos como hotéis e clubes, além de indústrias variadas que utilizam poços artesianos para captação da água, inclusive para consumo humano. 

Afinal, a exploração de um poço artesiano pode gerar diversas vantagens, como economia, através da redução dos custos mensais com água encanada, e garantia de oferta contínua de água, já que os poços, quando bem utilizados, têm baixo risco de secarem.

Por outro lado, para a utilização segura da água de um poço, é fundamental garantir a qualidade da água! 

O risco do consumo de água de poço artesiano

As águas de poços artesianos são consideradas águas brutas. Já explicamos em outro texto sobre os tipos de água, mas, em resumo, água bruta é aquela que não sofreu nenhum tipo de processo de purificação, ao contrário da chamada água tratada. 

Por não terem sofrido nenhum tratamento, essas águas brutas são arriscadas para o consumo humano. Águas subterrâneas, como as retiradas por um poço artesiano, costumam se deslocar por longos trajetos, atravessando solos e rochas, acumulando compostos e alterando suas características químicas.

Por causa desse longo deslocamento, essas águas têm qualidade muito variada. Diferentes águas, de diferentes regiões, são distintas em termos de qualidade e potabilidade. Mesmo a variação da época do ano em que a água é coletada pode gerar mudanças em sua qualidade, pois a industrialização e a urbanização crescentes podem contaminar lençóis e mananciais.

E se engana quem pensa que uma água cristalina retirada de um poço artesiano é segura. A turbidez é apenas um dos elementos que denunciam a qualidade da água. Para uma água ser segura para uso humano, seja para beber, preparar alimentos ou para higiene, é fundamental analisar diversos outros fatores, em especial a contaminação microbiológica.

As exigências da lei para águas de poços artesianos

O governo federal, através dos Ministérios que tratam dos temas saúde e meio ambiente, e os governos estaduais, através de suas secretarias ou departamentos de águas e vigilância sanitária, regulam as exigências sobre a qualidade da água.

A legislação brasileira, por exemplo, apresenta uma série de padrões de qualidade para cada tipo de finalidade e uso da água (Portaria de Consolidação Nº 5, de 2017), seja para o sistema público de abastecimento ou para o que a lei chama de “soluções alternativas coletivas de abastecimento”, como é o caso dos poços artesianos. Alguns exemplos de tais padrões são os índices: pH, turbidez, dureza, cloro, fluoretos, presença de E. coli, bactérias heterotróficas, entre tantos outros.

Além disso, a norma exige um plano constante de avaliação de sua qualidade: não basta realizar um teste inicial da água para ter liberdade de consumi-la, é necessário monitoramento constante das características físico-químicas e dos aspectos microbiológicos da água. Algumas exigências em relação à águas bruta são semestrais, mas há obrigações mais frequentes, inclusive mensais. E dependendo dos resultados – por exemplo, se forem negativos – a água deve ser analisada semanalmente.

E também há exigências sobre a coleta das amostras analisadas. Não basta retirar a água do poço e entregar para uma empresa especializada. Há formas específicas e técnicas exigidas, além de pontos e momentos obrigatórios: antes e depois do tratamento da água, em reservatórios, torneiras, bebedouros, e assim por diante.

Todas essas questões provam a complexidade do processo. Afinal, a responsabilidade em relação à água é imensa! O proprietário do poço artesiano, que distribui a água para consumo, passa a ser responsável por garantir sua qualidade e potabilidade, inclusive com consequências legais pesadas para quem não as cumpre.

Importância do trabalho especializado de análise da água

Analisar a qualidade da água de um poço artesiano é um processo longo e bastante técnico. As várias exigências das normas nacionais e a complexidade do tema provam a importância do trabalho de um profissional especializado e de uma empresa qualificada.

Além disso, existe outro motivo especial para que a análise da água seja feita do jeito certo e por pessoal competente: a importância do consumo de água potável, que não gera riscos à sua saúde e à sua vida! 

Estudos comprovam que existe até 100 vezes mais água doce subterrânea que superficial, e os números também documentam que o consumo de águas de poços artesianos é fundamental para a sobrevivência e qualidade de vida de populações em quase todos os países do mundo. Ou seja, a garantia da qualidade das águas retiradas de poços artesianos é fundamental.

Conte com a experiência e tecnologia da Nugap para realizar o controle e a análise de seu poço artesiano! Basta entrar em contato com nossa equipe especializada.

Água de confiança? Só com análise de qualidade

Água de confiança? Só com análise de qualidade

Todo mundo sabe muito bem sobre a importância de beber água. Sempre encontramos notícias e textos na internet sobre a quantidade ideal de água que devemos consumir diariamente para uma vida saudável e sobre o impacto positivo que beber água causa em nosso corpo. Porém, é fundamental que esse consumo seja de água tratada e livre de riscos, caso contrário a bebida pode nos fazer muito mal. 

Pensando nesses riscos, um dos principais é a contaminação da água por fatores microbiológicos, como coliformes fecais e bactérias heterotróficas. 

O que é contaminação microbiológica?

A água ideal para o consumo humano é a água tratada, ou seja, aquela que foi purificada por algum tipo de processo técnico e que, por isso, já não possui riscos à saúde das pessoas. Para cada tipo de elemento contaminante que possa existir na água há uma série de processos de tratamento e de análises cuidadosas.

E os especialistas confirmam: a mais importante análise da água é a chamada microbiológica, pois é ela que consegue perceber a presença de quaisquer micro-organismos patogênicos (aqueles que podem produzir doenças), como bactérias, fungos e protozoários.

Uma água contaminada por micro-organismos pode ser perigosa! Afinal, eles podem causar diversas doenças e problemas graves, entre eles a hepatite A, giardíase, febre tifóide, cólera, entre outros.

Para garantir que a água está limpa e pronta para consumo é fundamental, portanto, a análise da presença de diversos tipos de micro-organismos.

Análise da presença de Bactérias Heterotróficas

Uma das análises é aquela que avalia a presença das chamadas bactérias heterotróficas. que são bactérias que se alimentam de matéria orgânica. Em muitas situações a presença delas é até positiva, mas em determinadas situações elas podem causar situações ruins e doenças.

No Brasil, o Ministério da Saúde, através da Portaria de Consolidação Nº 5, informa que o limite seguro para consumo desse tipo de bactéria é de 500 UFC/ml, ou seja, em uma análise qualificada da água só podem ser encontradas até 500 unidades formadoras de colônia por mililitro. 

A análise da presença dessa bactéria é bastante interessante, pois permite a avaliação da qualidade e eficiência do sistema de tratamento e distribuição da água. Caso seja encontrada concentração maior que os 500 UFC/ml isso é indicativo de um problema grave no tratamento da água, e que provavelmente a água não é segura para o consumo.

Avaliação da quantidade de coliformes 

Há um segundo tipo de bactéria que devemos analisar, quando falamos da qualidade da água: os coliformes. Além de serem muito abundantes na natureza, são extremamente contaminantes, e alguns podem gerar graves danos aos seres humanos.

Os coliformes se dividem em dois subgrupos: os totais e os fecais. Os coliformes totais são normalmente encontrados nos intestinos de seres humanos e animais. São bactérias que produzem gás, após fermentação da lactose em temperatura de 35ºC. 

Esse tipo de bactéria não costuma gerar maiores problemas ao ser humano, mas sua análise tem um propósito maior: a presença de grandes quantidades de coliformes totais na água é um forte indicativo de problemas de tratamento. Uma amostra de água com grandes quantidades de coliformes totais provavelmente possui também alta concentração de coliformes fecais, e esses são realmente perigosos.

Os coliformes termotolerantes

Apesar de conhecidos pelo nome de coliformes fecais, o termo ideal para identificar essas bactérias é coliformes termotolerantes. Isso porque, dentro do universo dos coliformes, alguns deles realizam a fermentação em outra temperatura, mais alta, de aproximadamente 45ºC. 

Esses coliformes costumam estar presentes nas fezes de seres humanos e animais, e podem contaminar diversos ambientes, como o solo, plantas e a água. O mais conhecido representante dos coliformes fecais é a bactéria Escherichia coli, ou E. Coli.

Normalmente a E. Coli é inofensiva quando se encontra no intestino, mas pode gerar muitos problemas se atingir outros órgãos. A falta de higiene e a ausência de tratamento da água ou comida consumida são fatores fundamentais para a contaminação. 

A bactéria causa diarreia, e a gravidade da diarreia depende da cepa – existem desde contaminações mais brandas, que se resolvem com tratamento em poucos dias, até graves diarreias que podem gerar desde insuficiência renal até a morte, caso não sejam tratadas.

A presença de coliformes é tão negativa que os parâmetros do Ministério da Saúde são rígidos: os coliformes devem estar totalmente ausentes na água para consumo humano, quando analisados 100 ml.

A importância da análise da água 

Se a água potável e tratada é segura e gera saúde, a água contaminada é perigosa e pode gerar doenças graves. Por isso a análise da água é tão fundamental!

Através dos testes aplicados, seja em águas brutas ou tratadas, temos a condição de descobrir a qualidade daquela água e se ela está pronta para o consumo seguro. Por outro lado, se a análise provar que a água está contaminada, temos uma ótima documentação que comprova problemas no tratamento ou na distribuição da água para os consumidores.

Procedimentos rigorosos, testes completos e constantes, além de avaliações de técnicos especializados que dominam a ciência podem garantir nossa saúde e segurança, mesmo em algo tão simples e natural, como beber água para matar nossa sede.

Procure sempre uma água de confiança! E conte conosco para garantir essa qualidade: nossa equipe está pronta para fazer todas as análises necessárias.

Análise da água e sua importância para saúde

Análise da água e sua importância para saúde

Um conhecimento popular sempre comentado é o que diz que “água é vida”. Mas, a verdade é que nem toda água é sinônimo de saúde e bem estar. Para garantir que a água tenha qualidade e possa ser consumida é necessária uma complexa e fundamental análise de sua potabilidade.

O que é água potável?

Segundo o Ministério da Saúde do Governo Federal brasileiro, água potável é aquela que “não ofereça riscos à saúde” (Portaria de Consolidação Nº 5). Para garantir esse grau de qualidade existem muitos parâmetros científicos, que estabelecem condições microbiológicas e físico-químicas ótimas e seguras para a água ser consumida pelo ser humano.

Um dos usos mais evidentes e comuns da água é bebê-la, claro, mas existem diversas outras situações nas quais a água deve cumprir um padrão de qualidade, como o uso em indústrias ou hospitais, na fabricação de soluções químicas específicas, como cosméticos, remédios e fármacos, entre tantas outras.

Por causa disso, há inúmeros processos e tratamentos que a substância pode passar para garantir sua qualidade. Para que esses tratamentos possam ser adotados com segurança, são aplicados testes e análises indicadoras do grau de potabilidade da água.

Água bruta e água tratada: você sabe a diferença?

Uma questão muito importante quando falamos de água é a diferença entre água bruta e água tratada! A chamada água bruta é a substância que não passou por processos de tratamento, ou seja, aquela que pode ser encontrada na natureza, por exemplo. Ela pode até mesmo ser potável, como em fontes limpas. Mas, é sempre importante a análise para atestar essa situação.

Já a água tratada é aquela que passou por algum processo de purificação que garantiu que ela não contêm nenhum elemento que possa gerar riscos à saúde das pessoas e demais seres vivos. Nesse tipo de situação é fundamental também o teste final, realizado em análises laboratoriais confiáveis, para provar que a água é realmente limpa e indicada para consumo.

Que análises são realizadas na água bruta e tratada?

Para os dois tipos de água são desenvolvidos vários testes com padrões e procedimentos muito rigorosos. No caso da água bruta, que pode ser encontrada em nascentes, minas, poços artesianos, etc, são avaliados:

  • Fatores microbiológicos, como quantidade de coliformes fecais, de variados tipos de bactérias e elementos estranhos, entre outros
  • Fatores físicos e químicos, como o pH da água (que varia entre 1 e 14), sua turbidez (palavra complexa que diz respeito ao impacto que partículas causam na água), entre diversos outros.

Já para a água tratada, seja ela fornecida pela rede pública ou em garrafas ou garrafões, há vários testes além dos que citamos, que analisam:

  • Itens microbiológicos, como presença de Escherichia coli, Bactérias Heterotróficas, etc
  • Elementos físico-químicos, como cloro residual, e a chamada Dureza da água, que mede a quantidade de determinados sais minerais presentes.

As medidas padrão para a água potável são bastante rigorosas, afinal, estamos falando da saúde das pessoas e de sua segurança. Se por acaso qualquer água consumida por seres humanos estiver fora do controle de qualidade, diversas ações de correção e cuidado têm de ser imediatamente colocadas em prática, e eventuais punições podem ser aplicadas.

Como são feitas as análises?

A única forma de alguém estar seguro é com constantes análises e testes, sempre realizadas por empresas especializadas e competentes. Afinal, todas as etapas dos testes, desde coleta até a análise laboratorial, exigem muito conhecimento.

Os profissionais responsáveis, como biólogos, químicos e outros especialistas, utilizam técnicas específicas, além de tecnologias e equipamentos modernos em laboratórios certificados, para verificar todos os possíveis itens e avaliar a qualidade da água.

Com isso, conseguem entender se a água deve passar por processos de tratamento convencionais, como floculação, decantação, filtração, desinfecção e fluoretação. Ou mesmo por métodos chamados de não-convencionais, como clarificador de contato, flotação, ETA’s compactas, etc.

Tudo isso para, depois de muito trabalho, entregar para a população uma água pronta para ser consumida com segurança e saúde. Afinal, como dizia o escritor Guimarães Rosa, “água de boa qualidade é como a saúde ou a liberdade: só tem valor quando acaba”.

Como faço para garantir que minha água está tratada e segura?

Depois de toda essa leitura ficou claro: para ter certeza se você está consumindo uma água de qualidade você precisa de serviços técnicos de profissionais competentes.

E a solução é fácil: basta procurar por nosso laboratório especializado em análise de água, aqui em Belo Horizonte, que a gente tem uma equipe de especialistas completa para te ajudar!